Previsão viral sobre asteroide que "destruirá a Terra"

 


Quando eu falo de Apocalipse sobre a terra. Muitos religiosos evita falar sobre o assunto que está por vim, mas, lendo um artigo bem interessante num portal de notícias do MSN, que relatas o que está para aontecer. Segundo o portal de notícias. Nos últimos dias, circula amplamente nas redes sociais e em alguns veículos de comunicação uma afirmação considerada chocante: a previsão de que um asteroide de grandes dimensões colidirá com o planeta e causará o fim da vida na Terra. A notícia rapidamente ganhou compartilhamentos e gerou apreensão em parte da população, mas especialistas em astronomia reforçam a necessidade de separar o que é baseado em dados científicos de teorias sem comprovação.

De onde surgiu a informação?

A versão que ganhou repercussão cita supostos cálculos que indicariam uma trajetória de colisão iminente. No entanto, ao analisar a origem da mensagem, instituições como a NASA (Agência Espacial dos Estados Unidos) e a Agência Espacial Europeia (ESA) explicam que não há nenhum objeto conhecido no espaço com trajetória confirmada para impacto com a Terra nas próximas décadas ou séculos.

Segundo o Centro de Estudos de Objetos Próximos da Terra, são monitorados mais de 30 mil asteroides e cometas que passam pela região do nosso sistema solar. Os que têm tamanho e velocidade capazes de causar danos significativos são acompanhados diariamente, e qualquer risco real seria divulgado com antecedência, por meio de canais oficiais e com ampla transparência.

O que a ciência diz sobre o risco real?


Especialistas afirmam que, embora seja estatisticamente possível que um asteroide de grande porte se aproxime da Terra em algum momento futuro, não há previsão de colisão para o futuro próximo. Quando algum objeto apresenta uma pequena chance de aproximação perigosa, os cálculos são constantemente atualizados, e na maioria dos casos, a trajetória é reavaliada e confirmada como sem risco.
Além disso, a comunidade científica já desenvolve tecnologias e estratégias para desviar corpos celestes que porventura representem ameaça — como demonstrou a missão DART, que alterou com sucesso a trajetória de um pequeno asteroide em 2022.

Cuidado com notícias sem confirmação


A divulgação de previsões catastróficas sem embasamento pode causar pânico desnecessário. Por isso, órgãos de comunicação e instituições de pesquisa recomendam sempre verificar a informação em fontes confiáveis, como agências espaciais, universidades e centros de pesquisa reconhecidos.
Até o momento, não há nenhuma evidência científica que confirme a ideia de que um asteroide destruirá o planeta em um prazo conhecido. A possibilidade existe como evento natural de longo prazo, mas não corresponde a uma previsão concreta e iminente.

A Profecia do Fim do Mundo — Na Voz da Mãe Shipton. Inglaterra, Vale do Nidd, ano de 1540. A luz do dia mal penetrava pela entrada úmida da caverna, onde Ursula Southeil — conhecida por todos como Mãe Shipton — vivia com suas ervas, seus remédios e os versos que dizia receber de “vozes que vêm de muito longe”. 


Tinha mais de 50 anos, costas curvadas, olhos profundos e voz grave, que parecia ressoar nas pedras. Quem vinha até ela pedia conselhos, adivinhações ou avisos sobre o que o futuro guardava.

Numa tarde em que o céu escureceu de repente, com ventos que faziam as árvores gemer, um grupo de camponeses e um clérigo local bateram à porta rústica. Queriam saber: “Dizem que os tempos estão chegando ao fim. O que vês, Mãe? Como será o último dia?”

Ela ficou em silêncio por longo tempo, olhando para as chamas da lareira, e então recitou, em versos rimados como era costume da época:

“Quando o ferro navegar sobre as águas,
e carruagens sem cavalos correrem pelos caminhos,
quando o pensamento voar mais rápido que o falcão,
e o homem caminhar sob o mar e pelo ar
Então surgirá no céu um dragão de fogo,
cruzando o firmamento seis vezes em brasa,
estrela errante que não segue o caminho,
que fará tremer a terra e o mar em casa
Sete dias e sete noites ele brilhará,
mares subirão, cobrindo cidades e campos,
montanhas rugirão, pedras se abrirão,
e o chão engolirá o que o homem ergueu com as mãos
Não será espada, nem fome, nem peste,
mas um corpo vindo do espaço profundo,
que baterá com força sobre a criação,
e trará o fim ao velho mundo
Mas ouçam bem: não é o fim de tudo,
apenas o fim do que está corrompido e vão,
do pó surgirá uma nova terra e céu,
quando o anjo soprar a última canção”

“A data não me foi dada. Mas reconhecerão o sinal: quando virem as coisas que hoje parecem impossíveis, sabereis que o tempo se aproxima. Não tenham medo da visão, mas sim da vida que levais. O aviso serve para acordar, não para causar pânico”.

Nota histórica


A Mãe Shipton viveu de 1488 a 1561, em Yorkshire, Inglaterra. Muitas das profecias que lhe são atribuídas — incluindo versões sobre o fim do mundo e até asteroides/cometas — foram escritas séculos depois, principalmente em 1862, por um autor que admitiu tê-las inventado para vender livros. Mas a lenda conservou a sua voz: na época, ela era vista como alguém que lia os sinais da natureza e falava em linguagem simbólica, típica das profecias medievais.

Fonte   MSN 

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