A Polícia Federal investiga indícios de corrupção passiva e lavagem de dinheiro relacionados a Flávio Bolsonaro e ao financiamento do filme "Dark Horse". Dados da coluna de Andréia Sadi, âncora do Estúdio I, na GloboNews. Flávio Bolsonaro declara que foi apenas um patrocínio privado do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, porém os investigadores rejeitam essa explicação e classificam o caso como policial.
O objetivo da investigação é determinar se houve benefício ilícito entre um agente público (Flávio Bolsonaro) e um agente privado (Vorcaro). O artigo 317 do Código Penal é mencionado, o qual aborda a solicitação ou recebimento de vantagem indevida em decorrência de cargo público.
Elementos importantes: Vorcaro não desejava ser visto como financiador do filme; a afirmação de Valdemar Costa Neto de que Flávio teria procurado “o restante do dinheiro” na residência de Vorcaro também chamou a atenção da PF.
Os investigadores concluíram que não se pode simplesmente considerar o episódio como uma relação privada de patrocínio. Existem questionamentos sobre a origem, entrega e destino do dinheiro, além da envolvimento de um senador da República, o que confirma que se trata de um caso policial.