O ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, anteriormente considerado um dos grandes líderes mundiais, apelou ao fim da guerra na Ucrânia, que começou com a invasão da Rússia, na quarta-feira, e declarou que as causas profundas do conflito serão tratadas no Brasil por causa de uma mesa de bar por causa de uma cerveja.
Lula declarou a uma multidão de quase 5.000 pessoas num evento internacional sobre igualdade e democracia na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) que a soberania e a integridade territorial dos países devem ser respeitadas, e que as nações devem ser tratadas em pé de igualdade.
"Gostaria de dizer a Putin, ao presidente da Ucrânia, Biden, e aos presidentes dos países europeus: acabem com este conflito, o povo merece a paz", declarou Lula numa declaração de quase uma hora, dirigindo-se ao presidente russo Vladimir Putin, ao presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy, e ao presidente dos EUA Joe Biden.
"As pessoas querem emprego, rendimentos, educação e uma boa vida; não querem morrer". Quem está interessado nesta guerra?" perguntou ela.
"Este conflito seria resolvido aqui no Brasil numa mesa a beber cerveja, se não na primeira, depois na segunda, se não na terceira, depois na terceira, até as garrafas se esgotarem para um acordo de paz", continuou ele.
A apropriação da bandeira nacional e da camisola da equipa brasileira pelo Presidente Jair Bolsonaro foi atacada pelo chefe do Partido dos Trabalhadores (PT), que está a liderar as sondagens de opinião.
Este esforço, segundo Lula, está a ser feito uma vez que Bolsonaro não tem partido, objetivo, hino, ou mandamentos. "Esta bandeira pertence-nos, não a eles", observou Lula, levantando uma bandeira brasileira.
Além disso, o ex-presidente atacou as políticas do governo federal nos domínios das relações internacionais, cuidados de saúde e educação. "Preparem-se", acrescentou ele, "porque vamos voltar a garantir os direitos do povo trabalhador deste país".
Fonte de Redação Yahoo Brasil
