Gilmar Mendes aguarda PF e PGR para decidir inquérito contra Alfredo Gaspar por estupro

  
                    News Nacional - Ricardo de Moura Pereira  

Vice de Flávio Bolsonaro, Alfredo Gaspar é acusado de estupro de vulnerável. Gilmar Mendes espera diligências da PF e parecer da PGR para decidir sobre inquérito no STF.

🚨 Caso ganha dimensão política após anúncio de nome para vice-presidência

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), aguarda a conclusão de diligências pela Polícia Federal (PF) e um parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) para decidir se autoriza a abertura de inquérito contra o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), anunciado nesta quarta-feira (5) como candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL), sob suspeita de estupro de vulnerável.
A denúncia ganhou repercussão justamente no momento em que Flávio Bolsonaro oficializou sua chapa para as eleições presidenciais, escolhendo um parlamentar que já era alvo de denúncia criminal apresentada ao Supremo.

📋 A denúncia: o que é alegado

A acusação foi apresentada em 27 de março de 2026, último dia da CPMI do INSS no Congresso Nacional — da qual Alfredo Gaspar era relator —, pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e pela senadora Soraya Thronicke (PSB-MS). Os parlamentares encaminharam à Polícia Federal documentos e indícios segundo os quais o deputado teria mantido relação com uma adolescente de 13 anos, que teria engravidado há cerca de oito anos. A denúncia ainda cita supostas tentativas de suborno para manter o silêncio da família da vítima.
Os denunciantes afirmam haver provas materiais, incluindo áudios e registros, que ligariam o parlamentar aos fatos. Alfredo Gaspar, porém, nega veementemente as acusações. Em sua defesa, alega que o episódio envolveria um primo e não ele próprio, classificando a denúncia como "perseguição política" por sua atuação como relator da CPMI do INSS.

⚖️ Trâmite no STF: quem decide e em que prazo

Após receber a denúncia, a Polícia Federal solicitou ao STF autorização para abertura de inquérito formal. O processo foi distribuído ao ministro Gilmar Mendes, decano da Corte, que pediu manifestação da PGR. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, por sua vez, requisitou à PF a realização de diligências preliminares antes de emitir seu parecer.
O quadro atual é o seguinte:

🚨 Caso ganha dimensão política após anúncio de nome para vice-presidência

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), aguarda a conclusão de diligências pela Polícia Federal (PF) e um parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) para decidir se autoriza a abertura de inquérito contra o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), anunciado nesta quarta-feira (5) como candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL), sob suspeita de estupro de vulnerável.
A denúncia ganhou repercussão justamente no momento em que Flávio Bolsonaro oficializou sua chapa para as eleições presidenciais, escolhendo um parlamentar que já era alvo de denúncia criminal apresentada ao Supremo.

📋 A denúncia: o que é alegado

A acusação foi apresentada em 27 de março de 2026, último dia da CPMI do INSS no Congresso Nacional — da qual Alfredo Gaspar era relator —, pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e pela senadora Soraya Thronicke (PSB-MS). Os parlamentares encaminharam à Polícia Federal documentos e indícios segundo os quais o deputado teria mantido relação com uma adolescente de 13 anos, que teria engravidado há cerca de oito anos. A denúncia ainda cita supostas tentativas de suborno para manter o silêncio da família da vítima.
Os denunciantes afirmam haver provas materiais, incluindo áudios e registros, que ligariam o parlamentar aos fatos. Alfredo Gaspar, porém, nega veementemente as acusações. Em sua defesa, alega que o episódio envolveria um primo e não ele próprio, classificando a denúncia como "perseguição política" por sua atuação como relator da CPMI do INSS.

⚖️ Trâmite no STF: quem decide e em que prazo

Após receber a denúncia, a Polícia Federal solicitou ao STF autorização para abertura de inquérito formal. O processo foi distribuído ao ministro Gilmar Mendes, decano da Corte, que pediu manifestação da PGR. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, por sua vez, requisitou à PF a realização de diligências preliminares antes de emitir seu parecer.
O quadro atual é o seguinte:
🔑 Em resumo: Gilmar Mendes decidiu esperar o parecer da PGR, que só se pronunciará após receber o resultado das diligências da PF. A decisão final sobre a abertura ou não do inquérito cabe exclusivamente ao ministro-relator.

🏛️ Contexto político: escolha de Flávio Bolsonaro causa polêmica

O anúncio de Alfredo Gaspar como vice de Flávio Bolsonaro reacendeu a denúncia e gerou críticas imediatas:
  • ⚠️ Flávio havia declarado publicamente que buscava uma mulher para compor a chapa, mas escolheu um parlamentar acusado de crime grave
  • ⚠️ Aliados da própria campanha teriam sido pegos de surpresa com a escolha
  • ⚠️ O ministro Guilherme Boulos classificou a indicação como "casamento da rachadinha com o orçamento secreto", lembrando também que Gaspar é investigado por desvio de emendas parlamentares no valor de R$ 6 milhões
  • ⚠️ O próprio Alfredo Gaspar passou a defender publicamente que o STF agilize a investigação, afirmando querer provar sua inocência o quanto antes

⏳ O que vem pela frente

A expectativa no STF é de que as diligências da PF sejam concluídas e o parecer da PGR emitido nas próximas semanas. A partir daí, Gilmar Mendes terá os elementos para decidir:
  • ✅ Autorizar a abertura de inquérito formal
  • ✅ Arquivar a denúncia por insuficiência de indícios
  • ✅ Solicitar diligências complementares
Caso o inquérito seja aberto, o parlamentar passará oficialmente à condição de investigado pela acusação de estupro de vulnerável — crime que pode chegar a pena de até 15 anos de reclusão. O processo tramita sob sigilo, e não há prazo legal definido para a decisão de Gilmar Mendes, embora a proximidade das eleições crie pressão para que o caso seja resolvido com brevidade.

✅ Resumo

Alfredo Gaspar, anunciado como vice de Flávio Bolsonaro, é acusado de estupro de vulnerável. A denúncia está no STF, onde Gilmar Mendes aguarda o resultado de diligências da PF e o parecer da PGR para decidir se autoriza a abertura de inquérito. Enquanto isso, o parlamentar nega tudo e pede celeridade para provar inocência. O caso segue em sigilo e com repercussão direta na corrida eleitoral.
📌 Fonte: Metrópoles, Folha de S.Paulo, GazetaWeb, Tribuna do Planalto — atualizado em 5 de agosto de 2026. As informações são preliminares e o caso tramita em sigilo no STF.

Fonte - UOL 

 

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