Aurélio Alves Bezerra assassinou Durval Teófilo Filho fora do condomínio onde residia. Aurélio alegou que a vítima foi confundida com um assaltante. A audiência do caso teve lugar na segunda-feira de ontem.
Na segunda-feira (3), a defesa do sargento da Marinha Aurelio Alves Bezerra, que admitiu ter morto o seu vizinho Durval Teófilo Filho em So Gonçalo, na região metropolitana do Rio, apresentou um pedido para a sua libertação. A decisão foi tomada durante a audiência do processo.
A viúva de Durval, Luziane Teófilo, expressou o seu alívio por a prisão ter sido mantida. Disse ainda que o atirador estava familiarizado com o seu cônjuge e tinha uma motivação racial.
Quando o sargento chegou a casa de automóvel, confundiu Durval com um criminoso que pode cometer um roubo, de acordo com os comentários do inquérito policial.
"Ele conhecia o meu esposo e sabia exatamente onde estava a nossa casa, eu descobri. Ele tinha um lugar na primeira fila para a nossa casa. Era bem versado nas identidades do meu marido e da minha filha. Como resultado, ele era um cobarde. Sim, ele agiu de forma racista. Ele estava familiarizado com o meu cônjuge. Tinha pleno acesso à piscina e ao parque infantil, bem como a todo o condomínio "disse Luziane.
A viúva de Durval fez a observação numa audiência probatória no Fórum Regional de Alcântara em São Gonçalo, a região metropolitana do Rio de Janeiro, na segunda-feira (4).
Esta audiência foi realizada para ouvir tanto as testemunhas de acusação como as testemunhas de defesa no caso.